{"id":4610,"date":"2014-09-22T15:40:05","date_gmt":"2014-09-22T13:40:05","guid":{"rendered":"http:\/\/www.attitude.lu\/les-ressources-mieux-parler-en-public\/"},"modified":"2016-12-06T14:18:55","modified_gmt":"2016-12-06T13:18:55","slug":"os-recursos-para-melhor-falar-em-publico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.attitude.lu\/pt-pt\/os-recursos-para-melhor-falar-em-publico\/","title":{"rendered":"\u00ab Os recursos para melhor falar em p\u00fablico \u00bb"},"content":{"rendered":"<h3>1.1 \u00a0Os recursos pessoais<br \/>\n1.1.1\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 O motivo<\/h3>\n<p>Porqu\u00ea esfor\u00e7ar-se tanto se \u00e9 tao dif\u00edcil, tao stressante e se isso n\u00e3o traz o resultado desejado? Acontece muitas vezes que a tomada de palavra seja imposta. Gostar\u00edamos de ficar no nosso lugar. Mas os nossos amigos, o nosso gestor ou o nosso cliente levam-nos a expressar-nos frente a um p\u00fablico. Que tenhamos a iniciativa de uma apresenta\u00e7\u00e3o ou que seja imposta, a primeira pergunta a colocarmo-nos n\u00e3o \u00e9 \u00ab\u00a0o que dizer\u00a0?\u00a0\u00bb, mas \u00ab\u00a0porqu\u00ea dizer\u00a0?\u00a0\u00bb SMAL G. [1], conta uma experiencia que demonstra o verdadeiro motivo de falar em p\u00fablico. A hist\u00f3ria passa-se na China. Um industrial rico, produtor de pauzinhos (garfo chin\u00eas) de luxo, perguntava-se sobre a forma \u00ab\u00a0que dizer\u00a0?\u00a0\u00bb do qual ia apresentar os produtos da sua empresa \u00e0 nova filial belga. Tinha fechado as suas malas com dificuldade, uma vez que a sua apresenta\u00e7\u00e3o requeria objetos de todos os tamanhos. Faltavam apenas algumas horas antes da sa\u00edda, quando surge a ideia de visionar novamente o longo, muito longo diaporama que tinha demorado v\u00e1rias semanas a preparar. <\/p>\n<p>O homem tinha ent\u00e3o respondido \u00e0 pergunta \u00ab\u00a0o qu\u00ea\u00a0?\u00a0\u00bb mas uma pequena voz (provavelmente \u00ab\u00a0o eu mental\u00a0\u00bb) dizia-lhe que n\u00e3o tinha respondido \u00e0 satisfa\u00e7\u00e3o de alguns ao julgar pela cara dos seus colaboradores. O diaporama estava excelente, os produtos excecionais mas o que n\u00e3o agradava\u00a0?<\/p>\n<p>O di\u00e1logo entre o produtor de pauzinhos chineses e o seu coach de apresenta\u00e7\u00e3o,\u00a0 passou-se mais ou menos da forma seguinte:<\/p>\n<p>&#8211;\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 12 horas de voo, uma semana de aus\u00eancia no escrit\u00f3rio, um fuso hor\u00e1rio importante, um grande cansa\u00e7o. Ser\u00e1 que tudo isso vale mesmo a pena\u00a0?<\/p>\n<p>&#8211;\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Claro, \u00e9 importante apresentar os pauzinhos aos novos parceiros.<\/p>\n<p>&#8211;\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Neste caso, basta apenas apresent\u00e1-las, um cat\u00e1logo pode chegar\u00a0? Ou ainda mais simples, podemos transmitir-lhes o suporte de apresenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&#8211;\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Sim, mas \u00e9 preciso que eles me encontrem, que eu converse com eles.<\/p>\n<p>&#8211;\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Certo, mas a apresenta\u00e7\u00e3o que vai fazer n\u00e3o \u00e9 uma discuss\u00e3o. Nesse caso v\u00e1 a Bruxelas, d\u00ea-lhes o cat\u00e1logo e discuta com eles, sem fazer a apresenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&#8211;\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Mas \u00e9 importante fazer a apresenta\u00e7\u00e3o\u00a0!<\/p>\n<p>&#8211;\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Porqu\u00ea?<\/p>\n<p>&#8211;\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Para convenc\u00ea-los a aderir, para motiv\u00e1-los, dar-lhes uma vontade louca de participar ativamente no desenvolvimento e na comercializa\u00e7\u00e3o dos pauzinhos\u00a0!<\/p>\n<p>&#8211;\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 E\u2026 pensa que esse diaporama tao longo como um tapete de escadas, recitado como um poema sem pontua\u00e7\u00e3o, vai cumprir essa miss\u00e3o\u00a0?<\/p>\n<p>O produtor de pauzinhos chineses tinha percebido. Tinha de motivar os seus novos parceiros. Incit\u00e1-los a desenvolver os mercados do pauzinho. Mostrar entusiasmo, convencer da necessidade absoluta de utilizar pauzinhos em vez de garfos! Expor por escrito as m\u00faltiplas vantagens n\u00e3o era suficiente. A sua apresenta\u00e7\u00e3o n\u00e3o correspondia nada ao seu objetivo.<\/p>\n<p>Constatamos que motivar pede outras implica\u00e7\u00f5es do que informar. Informar \u00e9 importante mas insuficiente. Certamente, ao ouvir um orador med\u00edocre, j\u00e1 nos teremos colocado as perguntas seguintes: \u00ab\u00a0Mas porque fala ele\u00a0?\u00a0\u00bb, Que quer ele dizer?\u00a0\u00bb ou \u00ab\u00a0Onde quer ele chegar?\u00a0\u00bb<\/p>\n<p>\u00ab\u00a0O objetivo \u00e9 tao frequentemente subentendido que n\u00e3o \u00e9 ouvido\u00bb. (SMAL G., 2011, p.60)<\/p>\n<p>De facto, mesmo se o orador \u00e9 cativante, engra\u00e7ado e tem seguran\u00e7a, mas o p\u00fablico n\u00e3o compreende em que dire\u00e7\u00e3o ele o leva, n\u00e3o ter\u00e1 atingido o seu objetivo primeiro que \u00e9 o de fazer passar uma mensagem. O p\u00fablico sair\u00e1 confuso e o orador ficara desiludido por ter passado ao lado daquilo que o motivava de verdade.<\/p>\n<p>LEVASSEUR L. [2] chama objetivo de falar em p\u00fablico SMART isto \u00e9 Especifico, Mensur\u00e1vel, Atrativo, Realista e Datado. No caso da tomada de palavra, trata-se da mudan\u00e7a que a mensagem vai induzir no audit\u00f3rio.\u00a0 \u00c9 aconselhado exprimir sob forma de um verbo de a\u00e7\u00e3o. Se um orador quer que o p\u00fablico ou\u00e7a uma mensagem, vai ter de lho dizer, n\u00e3o sugerir ou sussurrar.<\/p>\n<p>Segundo SMAL G. [3] o orador poderia dizer \u00ab\u00a0esque\u00e7am tudo o que vos disse, exceto, e insisto \u2026\u00a0\u00bb ou ent\u00e3o \u00ab\u00a0 se t\u00eam de reter apenas uma coisa deste discurso, \u00e9 \u2026\u00a0\u00bb.<\/p>\n<p>De forma a obter um franco sucesso, outro fator deve intervir. O orador deve estar convencido e que fa\u00e7a sentir ao seu p\u00fablico que o que ele diz \u00e9 importante para eles. N\u00e3o basta simplesmente ao orador ser entusiasta, mas tem de comunicar o seu entusiasmo ao seu p\u00fablico. Peguemos o exemplo do atual presidente dos Estados Unidos Barack Obama [4].<\/p>\n<p>\u00ab\u00a0\u00c9 reputado por ser o presidente americano o mais cultivado e \u00e1vido de literatura entre todos os h\u00f3spedes da Casa Branca. Esta aura de grande intelectual \u00e9 certamente mantida tamb\u00e9m pelas suas capacidades de grande orador. O amor do presidente pela letra \u00e9 um verdadeiro trunfo. A sua forma de partilhar com o p\u00fablico\u00a0as suas paix\u00f5es tem uma influ\u00eancia positiva na sua imagem tornando-o mais simp\u00e1tico, aberto e acess\u00edvel.\u00a0\u00bb<\/p>\n<p>HIGGINS C. [5] \u00a0 qualificou-o at\u00e9 de \u201cnovo Cicerone\u201d.<\/p>\n<p>Um bom orador deseja intensamente que os seus auditores, \u00a0\u00ab\u00a0partilhem os seus sentimentos, sejam convencidos pelas suas opini\u00f5es, fa\u00e7am o que ele pensa ser bom para eles, revivam com ele as suas pr\u00f3prias experi\u00eancias. A sua \u00fanica preocupa\u00e7\u00e3o \u00e9 o p\u00fablico e n\u00e3o ele pr\u00f3prio\u00a0\u00bb. (CARNEGIE D., 1962, p. 58)<\/p>\n<p>Constatamos que o sucesso ou o fracasso do discurso depende n\u00e3o do que o orador pensa, mas do que o p\u00fablico sentiu na sua intelig\u00eancia e no seu cora\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<h3>\u00a01.1.2\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 A postura<\/h3>\n<p>A forma como o orador se posiciona \u00e9 a primeira coisa na qual repara o p\u00fablico. Da primeira vista de olhos, vai interpretar mensagens enviadas pela postura\u00a0: \u00ab\u00a0desconforto\u00a0\u00bb ou \u00ab\u00a0seguran\u00e7a\u00a0\u00bb. Ou a postura \u00e9 controlada ou \u00e9 hesitante. Parece importante encontrar o seu centro de gravidade de forma a evitar as desloca\u00e7\u00f5es intempestivas, mec\u00e2nicas de um p\u00e9 para o outro ao inv\u00e9s de um \u00ab\u00a0urso enjaulado\u00a0\u00bb para citar a express\u00e3o de LEVASSEUR L. [6] Ela acrescenta na sua obra \u00ab\u00a0Os balanceamentos pendulares t\u00eam um efeito hipnotizante\u00a0\u00bb O medo pode aumentar a instabilidade. A minha experi\u00eancia evoca-me a dificuldade em me afastar, durante os per\u00edodos de stress como o resume notavelmente SMAL G. \u00ab\u00a0Respira calmamente, fica calmo. Para nos pontos principais, faz uma pausa. Sorri ap\u00f3s este par\u00e1grafo, fica face ao p\u00fablico \u2026\u00a0\u00bb.\u00a0E \u00e9 nesse momento, que derivado ao stress, o corpo entra em desequil\u00edbrio e que toda a apresenta\u00e7\u00e3o \u00e9 afetada.<\/p>\n<p>Constatamos a import\u00e2ncia de trabalhar a postura pois ao mudar a nossa forma de nos posicionarmos, iremos alterar \u00ab\u00a0a imagem que temos de nos pr\u00f3prios\u00a0\u00bb tomando a palavra.<\/p>\n<h2>1.2 \u00a0\u00a0Os recursos t\u00e9cnicos e contextuais<\/h2>\n<p>Por que raz\u00e3o apreciamos mais um orador que outro? O que faz com que a nossa aten\u00e7\u00e3o seja captada?<\/p>\n<p>O c\u00e9lebre conferencista Dale CARNEGIE [7] \u00a0 cita um excelente exemplo de pessoas que se inscreveram num dos est\u00e1gios em Nova Iorque. \u00ab\u00a0O primeiro era professor na universidade. O outro era mercador numa rua popular. As declara\u00e7\u00f5es deste eram muito mais apreciadas do que as do professor. Porqu\u00ea? O universit\u00e1rio falava um ingl\u00eas elaborado. Era cort\u00eas, cultivado, refinado. As suas apresenta\u00e7\u00f5es eram sempre claras e l\u00f3gicas, mas faltava-lhes algo essencial\u00a0: nomeadamente o concreto. Encontrava-se apenas ideias gerais. Nem uma \u00fanica vez, ilustrava o seu assunto com algo aproximando-se de uma experi\u00eancia pessoal. N\u00e3o era apenas um seguimento de abstra\u00e7\u00f5es interligadas entre elas por um fino fio de l\u00f3gica. O mercador pelo contr\u00e1rio tinha um estilo concreto, pitoresco, esclarecedor. Falava a l\u00edngua de todos os dias. Citava um facto, e de seguida ilustrava-o com o que lhe tinha acontecido pessoalmente. Descrevia as pessoas com as quais trabalhava e falava das suas dificuldades em seguir os regulamentos. A verdura, a vivacidade das suas express\u00f5es eram divertidas\u00bb.<\/p>\n<p>\u00c9 evidente que a forma colorida do mercador captava a aten\u00e7\u00e3o do seu p\u00fablico. Outro exemplo popular \u00e9 descrito na B\u00edblia a respeito da forma magistral com a qual Jesus utilizava as ilustra\u00e7\u00f5es. A narrativa do Evangelho segundo S\u00e3o Lucas [8] conta que um homem versado na Lei perguntou a Jesus\u00a0: \u201c\u00a0Quem \u00e9 portanto o pr\u00f3ximo?\u00a0\u201d. Como resposta, Jesus enunciou a par\u00e1bola seguinte\u00a0: \u201c\u00a0Um certo homem descia de Jerusal\u00e9m para Jeric\u00f3, caiu no meio de bandidos, que o despojaram e tamb\u00e9m espancaram, e formam-se embora, deixando-o meio-morto. Ora, por acaso, um certo padre descia por essa mesma rua, mas, quando viu o homem, ignorou-o, passando para o outro lado da rua. Do mesmo modo, um Levita tamb\u00e9m, quando chegou ao local e viu o homem, ignorou-o, indo para o outro lado da rua. Mas um certo Samaritano, que ia a caminho, chegou perto dele e, ao v\u00ea-lo, foi tomado de piedade. Aproximou-se portanto dele e vendou-lhe os seus ferimentos, vertendo neles \u00f3leo e vinho. De seguida f\u00ea-lo subir para o seu pr\u00f3prio animal, e levou-o a um albergue, onde tomaram conta dele. E na manh\u00e3 seguinte pegou em dois den\u00e1rios, deu-os ao hoteleiro e disse: \u2018\u00a0Toma conte dele e, o que gastares a mais, dar-to-ei ao meu regresso.\u00a0\u2019\u00a0\u201d. Jesus perguntou ent\u00e3o ao seu interlocutor: \u201c\u00a0Qual destes tr\u00eas te parece ter-se tornado o pr\u00f3ximo do homem que estava ca\u00eddo entre os bandidos?\u00a0\u201d O homem respondeu: \u201c\u00a0Aquele que se mostrou misericordioso com ele\u201d.<\/p>\n<p>Qual era o objetivo desta par\u00e1bola? A rea\u00e7\u00e3o do Samaritano em rela\u00e7\u00e3o ao homem ferido ilustra de forma flagrante o que \u00e9 a verdadeira miseric\u00f3rdia. Comovido, portanto tomado de compaix\u00e3o, o Samaritano agiu de forma a promover um al\u00edvio \u00e0 v\u00edtima. Mas h\u00e1 mais que isso. O homem ferido era um estranho para o Samaritano. Ap\u00f3s ter enunciado o exemplo do bom Samaritano, Jesus disse ao seu interlocutor\u00a0: \u201c\u00a0Vai, e tu, faz o mesmo\u00a0\u201d. Jesus utilizou esta par\u00e1bola de modo a demonstrar que a miseric\u00f3rdia n\u00e3o termina portanto nas barreiras nacionais, religiosas e culturais. <\/p>\n<p>O facto que um n\u00famero consider\u00e1vel de pessoas, como amigos ou colegas de trabalho, clientes e outras pessoas estejam reunidas para escutar um orador e o seu tema, n\u00e3o significa que est\u00e3o prontas a acordar-lhe toda a sua aten\u00e7\u00e3o. Porqu\u00ea\u00a0? Porque devido ao stress do dia ou devido a dificuldades encontradas ou outras preocupa\u00e7\u00f5es, a sua vida transborda de coisas que mantenham a sua aten\u00e7\u00e3o. O orador que est\u00e1 consciente da sua miss\u00e3o, vai fazer um esfor\u00e7o de forma a captar e a reter a aten\u00e7\u00e3o do seu p\u00fablico. Quais s\u00e3o as diferentes formas para consegui-lo\u00a0?<\/p>\n<p>CARNEGIE D. [9] cita na sua obra v\u00e1rios meios de captar a aten\u00e7\u00e3o, Aconselha por exemplo limitar o assunto. Uma vez o assunto escolhido, a primeira coisa \u00e9 definir os seus limites. N\u00e3o se deve portanto tentar contar a hist\u00f3ria de Ad\u00e3o e Eva at\u00e9 aos nossos dias em dois minutos, seria presun\u00e7oso. \u00a0 \u00ab\u00a0O espirito n\u00e3o pode seguir muito tempo uma enumera\u00e7\u00e3o mon\u00f3tona\u00a0\u00bb acrescenta CARNEGIE D.<\/p>\n<p>As perguntas apropriadas podem igualmente suscitar eficazmente o interesse. Se as perguntas falam de coisas que o p\u00fablico j\u00e1 ouviu, o interesse destes \u00faltimos arrisca-se a desaparecer rapidamente. As perguntas bem formuladas estimulam a reflex\u00e3o e uma breve pausa ap\u00f3s cada pergunta d\u00e1 ao p\u00fablico o tempo de responder mentalmente. Se o p\u00fablico tem a sensa\u00e7\u00e3o de ter iniciado um di\u00e1logo mental com o orador, \u00e9 porque este captou e reteve a sua aten\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>CARNEGIE D. [10] enumera algumas reflex\u00f5es \u00fateis: \u00ab\u00a0Porque acredito nisso? Que exemplo vivido posso dar? O que tento provar\u00a0? Como aconteceu exatamente? Estas perguntas chamaram respostas que procuram uma reserva de poder\u00bb.<\/p>\n<p>BURBANK Luther [11] era um horticultor americano que desenvolveu mais de 800 novas variedades de plantas entre as quais a batata Russet Burbank, conhecida igualmente sob o nome da batata do Idaho. Conduziu experi\u00eancias de cruzamento, mais de 30 000 novas variedades para encontrar duas ou tr\u00eas de uma esp\u00e9cie rara. Esta experiencia aplica-se igualmente a um discurso. Aquando a prepara\u00e7\u00e3o de um discurso, uma centena de ideias diz respeito a esse assunto, mas para captar a aten\u00e7\u00e3o do p\u00fablico \u00e9 importante rejeitar noventa como GUNTHER J. dizia: \u00ab\u00a0Tento sempre ter dez vezes mais de mat\u00e9ria que o necess\u00e1rio, algumas vezes cem vezes mais\u00bb \u00a0mas no final de contas escrevo apenas quatro pequenos artigos, bastante simples e aned\u00f3ticos. GUNTHER J. trabalhava com um ca\u00e7ador de ouro que junta toneladas de terra para extrair apenas um punhado do precioso mineral. (GUNTHER J. citado por CARNEGIE D. [12] p\u00e1gina 30)<\/p>\n<p>\u00ab\u00a0A utiliza\u00e7\u00e3o de exemplos tirados de factos reais \u00e9 outro bom meio de captar a aten\u00e7\u00e3o. No entanto, limitar-se a contar uma hist\u00f3ria pode fazer o orador perder o seu objetivo se o exemplo em quest\u00e3o coloca um dos presentes pouco \u00e0 vontade. Por outro lado, se o audit\u00f3rio se lembra do resto da hist\u00f3ria, mas n\u00e3o ret\u00e9m a li\u00e7\u00e3o resultante,\u00a0 o orador ser\u00e1 colocado ao lado do objetivo\u00bb. (THE WATCHTOWER, 2001) \u00a0[13]<\/p>\n<p>PEALE N.V [14] declarou numa entrevista [15] \u00a0: \u00ab\u00a0O exemplo bem escolhido \u00e9 o melhor meio de tornar uma ideia clara, interessante e convincente.\u00bb.<\/p>\n<p>A utiliza\u00e7\u00e3o de exemplos e de ilustra\u00e7\u00f5es bem escolhidas \u00e9 um meio not\u00e1vel e eficaz de forma a captar e reter a aten\u00e7\u00e3o do p\u00fablico. <\/p>\n<p>\u00ab\u00a0Fazem nascer sentimentos, o que permite falar \u00e0 consci\u00eancia e ao cora\u00e7\u00e3o\u00bb. (THE WATCHTOWER, 2001) [16]<\/p>\n<p>O c\u00e9lebre conferencista CARNEGIE D. cita um exemplo de um homem de neg\u00f3cios americano a quem pediu para falar sobre o tema \u00ab\u00a0como conseguir\u00a0\u00bb.<\/p>\n<p>Falou de dois camaradas: \u00ab\u00a0Um era t\u00e3o avaro que tinha comprado camisas em v\u00e1rias lojas da vila e tinha estabelecido um gr\u00e1fico para saber, tendo em conta a lavagem e o uso, quais eram as mais vantajosas por d\u00f3lar investido.\u00a0! S\u00f3 pensava em dinheiro. Quando obteve o seu diploma de engenheiro, tinha uma opini\u00e3o tao vincada dele pr\u00f3prio que recusou come\u00e7ar a sua carreira com o sal\u00e1rio m\u00ednimo como fazem os jovens em geral. Tr\u00eas anos mais tarde, estabelecia sempre os seus gr\u00e1ficos sobre o uso das camisas. Um quarto de s\u00e9culo passou, e este homem, descontente, amargurado, continuava numa situa\u00e7\u00e3o med\u00edocre.\u00bb<\/p>\n<p>De seguida, o orador contou a hist\u00f3ria de outro dos seus camaradas cujo sucesso ultrapassou qualquer expectativa \u00ab\u00a0Era um rapaz simp\u00e1tico, apreciado por toda a gente. Apesar da ambi\u00e7\u00e3o, come\u00e7ou como desenhador, continuando \u00e0 procura de uma situa\u00e7\u00e3o melhor. A feira internacional de Nova Iorque preparava-se ent\u00e3o. Ele sabia que seriam precisos engenheiros. Demitiu-se em Filad\u00e9lfia e veio para Nova Iorque. A\u00ed, criou uma sociedade que lhe permitiu obter diversos contratos que finalmente o lan\u00e7ou ao seu servi\u00e7o exclusivo e lhe concedeu um sal\u00e1rio mais elevado.\u00a0\u00bb<\/p>\n<p>Observamos que com os factos citados pelo orador, que pode tornar o seu discurso vivo por detalhes engra\u00e7ados e emocionantes. \u00c9 igualmente importante expor mais os sentimentos humanos.<\/p>\n<p>\u00ab\u00a0As figuras de estilo s\u00e3o ilustra\u00e7\u00f5es que necessitam no geral apenas poucas palavras\u00a0; no entanto, s\u00e3o um meio de evocar imagens mentais que falam por si. Se forem escolhidas com cuidado, elas cont\u00eam nelas pr\u00f3prias o essencial do seu significado.\u00a0\u00bb (THE WATCHTOWER, 2001) [17] Resumindo, as ilustra\u00e7\u00f5es bem empregues, podem enriquecer as apresenta\u00e7\u00f5es, colori-las e ajudar o p\u00fablico a reter duravelmente a ideia que o orador queria passar.<\/p>\n<p>\u00ab\u00a0Falar bem em p\u00fablico pode ser um dom, mas se n\u00e3o o temos naturalmente podemos adquiri-lo com um pouco de trabalho\u00bb declarou URRUTIA O. [18]<\/p>\n<p>Segundo URRUTIA O. \u00e9 preciso ter em conta 3 elementos de forma a n\u00e3o criar disson\u00e2ncia.<\/p>\n<p>1) O n\u00e3o-verbal: os gestos, as m\u00edmicas, a postura, o sorriso, a express\u00e3o \u2026 que contribuem em 50 % do sucesso.<br \/>\n2) O para-verbal: o d\u00e9bito, o volume e as entoa\u00e7\u00f5es, que contam em 35% do discurso.<br \/>\n3) O verbal: isto \u00e9 a mensagem (palavras e conte\u00fado), que conta apenas em 15 % do resultado.<\/p>\n<p>Para o n\u00e3o-verbal e o para-verbal \u00e9 aconselhado olhar para todo o audit\u00f3rio, mesmo para os que se encontram no fundo da sala. Ao ver 3 ou 4 pessoas sorridentes no audit\u00f3rio, estas servir\u00e3o de ponto de refer\u00eancia para o orador e permitir-lhe-\u00e3o manter a confian\u00e7a.<\/p>\n<p>\u00ab\u00a0O gestual trabalha-se\u00bb. LEVASSEUR L. [19] aconselha praticar em p\u00e9 frente ao espelho ou frente a um amigo, de afastar o bra\u00e7os e de sorrir. As express\u00f5es traduzem o estado afetivo do orador. As m\u00edmicas podem ent\u00e3o ser consideradas como os gestos da cara. Na tomada de palavra, elas podem refor\u00e7ar ou infirmar os discursos.\u00a0<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&#8212;<br \/>\n[1] SMAL G., (2011), La parole en public pour les timides, les stress\u00e9s et autres t\u00e9tanis\u00e9s, p.56, Edipro, CCI SA<br \/>\n[2] LEVASSEUR L., (2009),\u00a0 50 exercices pour prendre la parole en public, Eyrolles<br \/>\n[3] SMAL G., (2011), La parole en public pour les timides, les stress\u00e9s et autres t\u00e9tanis\u00e9s p.62, Edipro, CCI SA<br \/>\n[4] Source\u00a0: http:\/\/lobservateurdumaroc.info\/2012\/12\/07\/barack-obama-le-nouveau-ciceron-de-la-maison-blanche\/ (consult\u00e9 le 11\/04\/2013)<br \/>\n[5] Le journal \u00ab\u00a0The Guardian\u00a0\u00bb.\u00a0 http:\/\/www.guardian.co.uk\/ (consult\u00e9 le 11\/04\/2013)<br \/>\n[6] LEVASSEUR L., (2009),\u00a0 50 exercices pour prendre la parole en public. Pages 50, 10, Eyrolles<br \/>\n[7] CARNEGIE D. (1962), Comment parler en public, Nouvelle \u00e9dition Dorothy Carnegie, Hachette, 1990<br \/>\n[8] Luc 10:25, 29-37a.<br \/>\n[9] CARNEGIE D. (1962), Comment parler en public. Page 66, Nouvelle \u00e9dition Dorothy Carnegie, Hachette, 1990<br \/>\n[10] CARNEGIE D., (1962), Comment parler en public. Page 66, 68, Nouvelle \u00e9dition Dorothy Carnegie, Hachette, 1990<br \/>\n[11] http:\/\/fr.wikipedia.org\/wiki\/Luther_Burbank (consult\u00e9 le 17\/04\/2013).<br \/>\n[12] CARNEGIE D., (1962), Comment parler en public. Page 30, 68, Nouvelle \u00e9dition Dorothy Carnegie, Hachette, 1990<br \/>\n[13] THE WATCHTOWER (2001)\u00a0 Ecole du minist\u00e8re,\u00a0 le\u00e7on 38, Watch Tower<br \/>\n[14]PEALE N.V (1952) \u00a0\u00ab\u00a0 La puissance de la pens\u00e9e positive\u00a0\u00bb.<br \/>\n[15] Interview cit\u00e9e par CARNEGIE D. (1962), Comment parler en public. Page 70<br \/>\n[16] THE WATCHTOWER (2001)\u00a0 Ecole du minist\u00e8re, \u00a0le\u00e7on 38, Watch Tower<br \/>\n[17] THE WATCHTOWER (2001)\u00a0 Ecole du minist\u00e8re,\u00a0 le\u00e7on 38, Watch Tower<br \/>\n[18] URRUTIA O., consultant en communication et coach personnel dans son article publi\u00e9 le 3 mars 2009 &#8211; Th\u00e8me \u00ab\u00a0Communication\u201d http:\/\/www.conseilsmarketing.com\/communication\/comment-reussir-ses-prises-de-parole-en-public (consult\u00e9 le 21\/04\/2013)<br \/>\n[19] LEVASSEUR L., (2009),\u00a0 50 exercices pour prendre la parole en public p. 67, Eyrolles<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pourquoi se donner tant de mal si c\u2019est si difficile, si stressant et si cela n\u2019apporte pas le r\u00e9sultat voulu ? Il arrive bien souvent que la prise de parole soit impos\u00e9e. Nous aimerions rester clou\u00e9s \u00e0 notre si\u00e8ge. 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