{"id":4639,"date":"2014-09-22T15:39:33","date_gmt":"2014-09-22T13:39:33","guid":{"rendered":"http:\/\/www.attitude.lu\/lapport-du-coaching-depasser-peur-prise-parole-en-public\/"},"modified":"2016-12-07T13:38:55","modified_gmt":"2016-12-07T12:38:55","slug":"o-contributo-do-coaching-pode-ultrapassar-o-medo-na-tomada-de-palavra-em-publico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.attitude.lu\/pt-pt\/o-contributo-do-coaching-pode-ultrapassar-o-medo-na-tomada-de-palavra-em-publico\/","title":{"rendered":"\u00ab O contributo do coaching pode ultrapassar o medo na tomada de palavra em p\u00fablico \u00bb"},"content":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column][vc_column_text]<\/p>\n<h1><a name=\"_Toc355553466\"><\/a>O contributo do coaching pode ultrapassar o medo na tomada de palavra em p\u00fablico<\/h1>\n<h1><\/h1>\n<h2>1.1\u00a0 Coaching uma resposta \u00e0 gest\u00e3o do stress.<\/h2>\n<p>O coach \u00e9 definido como uma pessoa encarregada do treino de um equipa ou de um desportista. (Nouveau Petit Robert, 2013)<\/p>\n<p>Segundo WHITMORE J..<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a>, \u00ab\u00a0o objetivo do trabalho de entretenimento \u00e9 libertar o potencial para lev\u00e1-lo ao seu n\u00edvel de desempenho \u00f3timo. Trata-se de ensinar o cliente a aprender por ele pr\u00f3prio, ao inv\u00e9s de lhe fazer ingerir um saber exterior.\u00a0\u00bb Esta frase de WHITMORE relembra-nos a de Conf\u00facio\u00a0 <a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\">[2]<\/a>: \u00ab \u00abQuando um <a href=\"http:\/\/www.evene.fr\/citations\/mot.php?mot=homme\">homem<\/a> tem <a href=\"http:\/\/www.evene.fr\/citations\/mot.php?mot=faim\">fome<\/a>, <a href=\"http:\/\/www.evene.fr\/citations\/mot.php?mot=mieux\">mais<\/a> <a href=\"http:\/\/www.evene.fr\/citations\/mot.php?mot=vaut\">vale<\/a> -lo a <a href=\"http:\/\/www.evene.fr\/citations\/mot.php?mot=pecher\">pescar<\/a>\u00a0o que lhe dar\u00a0um <a href=\"http:\/\/www.evene.fr\/citations\/mot.php?mot=peixe\">peixe<\/a>\u00bb.<\/p>\n<p>Segundo DELIVRE F.<a href=\"#_ftn3\" name=\"_ftnref3\">[3]<\/a> a rela\u00e7\u00e3o entre o coach e o cliente pode ser definida \u00ab\u00a0por uma s\u00e9rie de entrevistas individuais com uma pessoa exterior para tratar de um problema profissional ligado \u00e0 personalidade do cliente. \u00bb.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 nossa tem\u00e1tica, poder\u00edamos encarar que um futuro orador angustiado pela ideia de ter de tomar a palavra em p\u00fablico consulta um coach que o ajudaria a gerir o seu stress e at\u00e9 mesmo ultrapass\u00e1-lo. Esse tipo de coaching tem como puro objetivo ajudar o (futuro) orador a desenvolver o seu potencial e a atingir o seu objetivo. Relembremos que o medo induze mecanismos que v\u00e3o inibir, paralisar o orador. Provoca tremores \u2026 perdas de mem\u00f3ria, etc. O coach ajuda o seu cliente na busca de solu\u00e7\u00f5es, solu\u00e7\u00f5es que o seu cliente adotar\u00e1 ainda melhor por ser o autor.<\/p>\n<p>Se considerarmos o facto de que o mundo profissional e privado leva-nos a tomar cada vez mais a palavra em p\u00fablico, \u00e9 poss\u00edvel que o coaching se desenvolva progressivamente nas empresas, tanto no acompanhamento de dirigentes e de gerentes, como no coaching de equipa ou de organiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Falando dos diversos componentes do coaching, Karine AUBRY <a href=\"#_ftn4\" name=\"_ftnref4\">[4]<\/a>,<\/p>\n<ol>\n<li>Somo indiv\u00edduos, logo temos necessidades personalizadas e os nossos desafios s\u00e3o pessoais. Um estudante por exemplo ter\u00e1 medo de um exame oral enquanto um presidente ter\u00e1 medo de uma interven\u00e7\u00e3o p\u00fablica.<\/li>\n<li>O coach decomp\u00f5e o objetivo em pequenos passos, e encoraja o seu cliente a testar as solu\u00e7\u00f5es que inventa \u2013 a for\u00e7a da \u00abpermiss\u00e3o\u00bb trazida pelo coach n\u00e3o \u00e9 de negligenciar. Contrariamente \u00e0 forma\u00e7\u00e3o da qual sa\u00edmos convencidos e motivados, depois passado pouco tempo esquecemos, o coach acompanha o progresso e incita a perseveran\u00e7a!<\/li>\n<li>O coach \u00e9 um est\u00edmulo, acompanha um indiv\u00edduo num trabalho de mudan\u00e7a apresentado no in\u00edcio do contrato.<\/li>\n<li>O coach sabe encriptar o \u00ab\u00a0pedido por vezes escondido\u00a0\u00bb <a href=\"#_ftn5\" name=\"_ftnref5\">[5]<\/a> junto do seu cliente. Um gerente pede, por exemplo, um acompanhamento para melhorar a sua tomada de palavra em p\u00fablico, e ao esmiu\u00e7ar o seu pedido, o coach pode fazer emergir a verdadeira necessidade, a de se sentir leg\u00edtimo no seio do Comit\u00e9 de Dire\u00e7\u00e3o ao qual esse gerente acaba de se juntar. GALLWEY T. <a href=\"#_ftn6\" name=\"_ftnref6\">[6]<\/a>, 4. fala de \u201co advers\u00e1rio que temos em n\u00f3s e que \u00e9 bem mais tem\u00edvel do que o que nos d\u00e1 a r\u00e9plica atr\u00e1s da rede\u00a0\u00bb Trata-se portanto de ajudar o futuro orador a ultrapassar-se atrav\u00e9s de esfor\u00e7os, a passar por uma \u00ab\u00a0metamorfose\u00bb \u00a0 que \u00e9 um processo que se manifesta o mais frequentemente por importantes <a href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Mudan\u00e7as\">mudan\u00e7as<\/a>.<\/li>\n<li>Assim, o objetivo do coach \u00e9 ajudar o cliente a ultrapassar os seus medos, de suprimir as entraves e de descobrir as suas cren\u00e7as limitantes de modo a apoiar o seu esfor\u00e7o e o seu progresso.<\/li>\n<\/ol>\n<h3><a name=\"_Toc355553468\"><\/a>1.1.1\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 O medo do palco, uma desvantagem ou um aliado\u00a0?<\/h3>\n<p>BERNHARDT Sarah.<a href=\"#_ftn7\" name=\"_ftnref7\">[7]<\/a>, comediante entre 1862 e 1914 participou em mais de 120 espet\u00e1culos e fez-se igualmente um nome enquanto atriz de cinema. Um dia, uma jovem atriz, confessou \u00e0 grande Sarah Bernhardt, que antes de subir ao palco nunca sentia medo, \u00e0 qual Sarah respondeu\u00a0: \u00abN\u00e3o se preocupe, o medo de palco vir\u00e1 com o talento\u00bb.<\/p>\n<p>Sem desafio, \u00e9 prov\u00e1vel que o orador n\u00e3o me\u00e7a nenhum perigo. Tomemos dois exemplos para este prep\u00f3sito. Primeira situa\u00e7\u00e3o: organizo um churrasco com uma dezena de amigos conto anedotas e outras hist\u00f3rias engra\u00e7adas.<\/p>\n<p>N\u00e3o tenho evidentemente nenhum medo do palco, pelo contr\u00e1rio, eu pe\u00e7o a palavra para intervir. Segunda situa\u00e7\u00e3o\u00a0: estou frente a um grupo de dez jurados ou dez membros da dire\u00e7\u00e3o da minha empresa. Indubitavelmente, sinto uma forma de medo. No entanto, sou sempre eu, e o n\u00famero de pessoas \u00e9 o mesmo. O que mudou\u00a0? \u00c9 o desafio ligado \u00e0 situa\u00e7\u00e3o, n\u00e3o tinha nada para arriscar enquanto no segundo caso, pode ser uma quest\u00e3o de uma aposta comercial, financeira, ou ainda da minha carreira. Trata-se sobretudo de um aposta pessoal e da imagem que queremos dar aos outros.<\/p>\n<p>E no entanto como o medo \u00e9 uma fonte de energia: um medo bem negociado \u00e9 um medo \u00fatil. Ele mobiliza a energia que um orador necessita para fazer face ao seu p\u00fablico e torna-se um aliado. Relembra-nos com que respeito temos de abordar certos assuntos. Apesar de todas as raz\u00f5es mencionadas anteriormente, o mais frequente, a nossa aposta ser\u00e1 ligada \u00e0 imagem que queremos dar de n\u00f3s mesmos. Ora, ela est\u00e1 realmente em acordo com a que imaginamos?<\/p>\n<h3><a name=\"_Toc355553469\"><\/a>1.1.2\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Quem pode aprender a falar em p\u00fablico\u00a0?<\/h3>\n<p>Segundo SMAL G. <a href=\"#_ftn8\" name=\"_ftnref8\">[8]<\/a> \u00ab\u00a0todo o mundo\u00a0\u00bb pode aprender a gest\u00e3o do medo e das emo\u00e7\u00f5es o que permite \u00e0s pessoas t\u00edmidas ganhar confian\u00e7a em si. Como em qualquer dom\u00ednio, a partir do momento em que algu\u00e9m conhece bem o seu tema e que \u00e9 garantido fazer boa impress\u00e3o, o stress diminui.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><a name=\"_Toc355553470\"><\/a>1.2\u00a0 A transforma\u00e7\u00e3o do medo como fator positivo de concentra\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<p>\u00ab\u00a0O pensamento \u00e9 uma energia\u00a0!\u00a0\u00bb afirma RICQUIER M. <a href=\"#_ftn9\" name=\"_ftnref9\">[9]<\/a>. Ele utiliza o exemplo da quantidade incr\u00edvel de ondas eletromagn\u00e9ticas que deambulam no c\u00e9u para alcan\u00e7ar o nosso televisor e se transformam em sons e em imagens para desenvolver esta afirma\u00e7\u00e3o. N\u00e3o os vemos e no entanto no duvidamos da sua exist\u00eancia.<\/p>\n<p>RICQIER M. explica que gra\u00e7as \u00e0 I.R.M. <a href=\"#_ftn10\" name=\"_ftnref10\">[10]<\/a> podemos ver o c\u00e9rebro em atividade. O que \u00e9 interessante, no que nos diz respeito, \u00e9 que podemos constatar, que as regi\u00f5es cerebrais que funcionam s\u00e3o as mesmas, que se fa\u00e7a ou que se imagine alguma coisa. Prossegue dizendo que o que se passa psicologicamente aquando o trabalho interior \u00e9 que a representa\u00e7\u00e3o de uma a\u00e7\u00e3o mental, como a de falar frente a um grupo, deixaria de facto micro contra\u00e7\u00f5es que provoca, um rasto muscular que seria conservado e reativado aquando a execu\u00e7\u00e3o real deste gesto.<\/p>\n<p>O importante \u00e9 a inten\u00e7\u00e3o que o orador mete no que ele diz. Segundo RICQIER M. a visualiza\u00e7\u00e3o positiva pode ajudar algu\u00e9m a ultrapassar o medo de falar em p\u00fablico. Emprega uma analogia muito interessante: a dos sistemas inform\u00e1ticos. No entanto qualifica-a de reducionista, tendo em conta que o c\u00e9rebro t\u00e3o mais perfecionista que o computador mais sofisticado do planeta. Explica que existe um programa gravado no disco r\u00edgido: \u00e9 o medo; o disco r\u00edgido, \u00e9 o inconsciente. \u00ab\u00a0Basta portanto apagar esse programa e substitu\u00ed-lo por outro.\u00a0\u00bb Chama esta t\u00e9cnica de \u00a0\u00ab\u00a0visualiza\u00e7\u00e3o\u00a0\u00bb. \u00ab\u00a0 Para o que se relaciona com o sistema nervoso vegetativo, n\u00e3o h\u00e1 nenhuma diferen\u00e7a entre uma situa\u00e7\u00e3o vivida mentalmente e uma situa\u00e7\u00e3o vivida na realidade\u00bb.<\/p>\n<p>Mas \u00e9 tao simples quanto isso\u00a0? Se fosse t\u00e3o simples, haveria apenas excelentes oradores. Ao aplicar esta teoria noutros casos, poder\u00edamos deduzir que n\u00e3o haveria mais pessoas infelizes.<\/p>\n<p>Segundo um estudo <a href=\"#_ftn11\" name=\"_ftnref11\">[11]<\/a> canadiano de 2009, o pensamento positivo seria eficaz apenas para pessoas que j\u00e1 possuem uma boa autoestima. Outros falar\u00e3o de cren\u00e7as.<\/p>\n<p>A tese altamente pragm\u00e1tica de GALLWEY T. <a href=\"#_ftn12\" name=\"_ftnref12\">[12]<\/a> ensina-nos que um desportista de alto n\u00edvel d\u00e1-se a um \u00abjogo exterior\u00bb contra um advers\u00e1rio mas sobretudo contra obst\u00e1culos interiores ou mentais tais como falhas de concentra\u00e7\u00e3o, a ansiedade que impede de utilizar o seu potencial m\u00e1ximo, a d\u00favida de si mesmo, assim como a tend\u00eancia \u00e0 autocondena\u00e7\u00e3o sobretudo quando os resultados n\u00e3o seguem imediatamente os esfor\u00e7os implementados para este fim. O argumento principal de GALLWEY T. \u00e9 que s\u00e3o os nossos \u00abh\u00e1bitos mentais\u00bb que determinam o grau de excel\u00eancia que podemos esperar atingir no desempenho.<\/p>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td rowspan=\"2\" width=\"335\">\n<table width=\"100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><strong>Desempenho = Potencial \u2013 Interfer\u00eancias<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-4342\" src=\"http:\/\/www.attitude.lu\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/imagesCAMIHH0N.jpg\" alt=\"imagesCAMIHH0N\" width=\"240\" height=\"180\" srcset=\"https:\/\/www.attitude.lu\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/imagesCAMIHH0N.jpg 240w, https:\/\/www.attitude.lu\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/imagesCAMIHH0N-186x140.jpg 186w, https:\/\/www.attitude.lu\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/imagesCAMIHH0N-150x112.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 240px) 100vw, 240px\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>CARLICCHI C. <a href=\"#_ftn13\" name=\"_ftnref13\">[13]<\/a> explica que \u00ab\u00a0observa\u00e7\u00e3o desprovida de julgamento permite limitar as interfer\u00eancias e assim dispor de uma observa\u00e7\u00e3o fi\u00e1vel. Se a informa\u00e7\u00e3o \u00e9 fi\u00e1vel, a a\u00e7\u00e3o vai automaticamente ajustar-se de forma a atingir o melhor n\u00edvel de desempenho. Conhecendo e controlando o jogo interior \u00e9 poss\u00edvel deixar o melhor jogo aparecer ao atingir um estado de \u00ab\u00a0concentra\u00e7\u00e3o relaxada\u00bb, o que os desportistas denominam de \u00ab\u00a0zona\u00a0\u00bb.<\/p>\n<p>Constatamos que para isso \u00e9 necess\u00e1rio ultrapassar a d\u00favida, a ansiedade, o nervosismo e a perda de concentra\u00e7\u00e3o que nos impede de funcionar ao melhor n\u00edvel.<\/p>\n<p>Por conseguinte, \u00e9 necess\u00e1rio acalmar o \u201ceu que pensa\u201d e de deixar agir o \u201ceu que sabe como fazer\u201d. A melhor forma de acalmar o esp\u00edrito n\u00e3o \u00e9 diz\u00ea-lo para se calar mas como explica T. GALLWEY aprender a concentrar-se melhor sobre o que \u00e9 realmente importante, observar sem julgar o comportamento existente, confiar no seu \u201ceu que sabe como fazer\u201d e deix\u00e1-lo fazer, para finalmente observar sem julgar os resultados e mudan\u00e7as at\u00e9 que o comportamento novo seja um automatismo.<\/p>\n<h3><a name=\"_Toc355553471\"><\/a>1.2.1\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 A prepara\u00e7\u00e3o mental e f\u00edsica<\/h3>\n<p>Ouvimos frequentemente um desportista pronunciar as palavras seguintes aquando uma entrevista antes de uma competi\u00e7\u00e3o: \u00ab\u00a0Estou confiante, tudo vai correr bem\u00bb.<\/p>\n<p>O que faz com que seja t\u00e3o confiante? Ser\u00e1 apenas a sua prepara\u00e7\u00e3o f\u00edsica\u00a0?<\/p>\n<p>Um Triatleta e Ironman chamado Vautier Guillaume <a href=\"#_ftn14\" name=\"_ftnref14\">[14]<\/a>, um apaixonado de desporto, de desenvolvimento pessoal e prepara\u00e7\u00e3o mental, sugere que a maior parte dos desportistas desenvolvem antes de mais a sua condi\u00e7\u00e3o f\u00edsica ao detrimento da sua capacidade mental. Para se ultrapassar, aconselha uma das t\u00e9cnicas de prepara\u00e7\u00e3o mental j\u00e1 citada e aos seus olhos a mais eficaz \u00a0: \u00ab\u00a0a visualiza\u00e7\u00e3o\u00a0\u00bb.<\/p>\n<p>Guillaume acrescenta\u00a0: \u00ab\u00a0Alguns dos melhores atletas mundiais (golfistas, futebolistas, nadadores, \u2026), campe\u00f5es\u00a0ol\u00edmpicos, praticam a imagem mental e a visualiza\u00e7\u00e3o, aquando os seus treinos e em competi\u00e7\u00f5es de forma a melhorar os seus desempenhos. A utiliza\u00e7\u00e3o da visualiza\u00e7\u00e3o ter\u00e1 objetivos diferentes em fun\u00e7\u00e3o do desporto praticado. Por exemplo gra\u00e7as a esta t\u00e9cnica, um golfista poder\u00e1 trabalhar a sua t\u00e9cnica de swing, um futebolista poder\u00e1 trabalhar a precis\u00e3o dos seus pontap\u00e9s livres, um tenista a sua t\u00e9cnica de batida de bola e a sua precis\u00e3o, um corredor a p\u00e9 a toler\u00e2ncia \u00e0 dor, um esquiador poder\u00e1 percorrer na sua cabe\u00e7a a sua descida para conhec\u00ea-la na ponta dos dedos, \u2026\u00a0\u00bb<\/p>\n<p>Poder\u00edamos igualmente aplicar esta t\u00e9cnica a algu\u00e9m que tem o medo do palco, de cada vez que essas pessoas tem de falar em p\u00fablico\u00a0?<\/p>\n<p>Segundo RICQUIER M. <a href=\"#_ftn15\" name=\"_ftnref15\">[15]<\/a> sim sem modera\u00e7\u00e3o. Outros chamar\u00e3o esta t\u00e9cnica de \u00ab\u00a0trabalho interior\u00a0\u00bb. Parece importante aquando a prepara\u00e7\u00e3o de um discurso, de se imaginar a entrada em cena, pacientando calmamente, esperando a sua vez. De seguida, supomos que nos chamam ou que o candidato anterior sai da sala e que \u00e9 a nossa vez de fazer a nossa apresenta\u00e7\u00e3o. \u00c9 preciso imaginar-se a entrar calmamente, serenamente. Pouco importa que o que imaginamos n\u00e3o corresponda \u00e0 realidade. O importante \u00e9 colocarmo-nos na pele do orador. Durante este exerc\u00edcio, \u00e9 permitido acelerar o filme interior de modo a aceder a uma parte mais dif\u00edcil da apresenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A falta de confian\u00e7a \u00e9 frequentemente um obst\u00e1culo a ultrapassar. A presen\u00e7a de um coach \u00e9 importante uma vez que motiva a perseveran\u00e7a a relembrar o fim do caminho percorrido e torna consciente dos progressos efetuados.<\/p>\n<p>A prepara\u00e7\u00e3o mental parece ser capital mas n\u00e3o se deve de modo algum negligenciar a prepara\u00e7\u00e3o f\u00edsica. A inquieta\u00e7\u00e3o contrai os m\u00fasculos da barriga e da bexiga. Uma m\u00e1 respira\u00e7\u00e3o pode limitar o afluxo de oxig\u00e9nio. Uma respira\u00e7\u00e3o profunda, pelo contr\u00e1rio, pode favorecer a oxigena\u00e7\u00e3o pulmonar e cerebral, o que favorece o relaxamento. \u00c9 portanto aconselhado tomar uma respira\u00e7\u00e3o profunda antes de come\u00e7ar. \u00c9 igualmente recomendado passar uma boa noite de sono na v\u00e9spera da tomada de palavra em p\u00fablico.<\/p>\n<p>Como um desportista de alto n\u00edvel, \u00e9 importante n\u00e3o deixar nada ao acaso.<\/p>\n<h3><a name=\"_Toc355553472\"><\/a>1.2.2\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 O coaching atrav\u00e9s de um exemplo<\/h3>\n<p>O medo de tomar a palavra n\u00e3o se limita aos adultos. Ali\u00e1s o coaching tamb\u00e9m n\u00e3o. Como testemunha o exemplo seguinte, apresentaremos um adolescente t\u00edmido e reservado, que atrav\u00e9s de um coaching aprendeu a ultrapassar o seu medo de falar diante dos seus colegas de turma.<\/p>\n<p>A rela\u00e7\u00e3o de confian\u00e7a entre o coach e o cliente \u00e9 um fator chave para aumentar a confian\u00e7a em si. De que modo est\u00e1 a confian\u00e7a em si ligada ao medo\u00a0? \u00ab\u00a0A confian\u00e7a em si reside na plena consci\u00eancia dos nossos recursos e de forma eficaz independentemente do contexto e da situa\u00e7\u00e3o\u00bb (JACCARD D., 2004).<\/p>\n<p>Isso significa que o conhecimento dos nossos recursos permite-nos avaliar com precis\u00e3o, a nossa capacidade de falar frente a um p\u00fablico. Pelo caso de Fernandes G\u00e9rson <a href=\"#_ftn16\" name=\"_ftnref16\">[16]<\/a>, destacamos que o facto de desenvolver um n\u00edvel de consci\u00eancia baseado nos seus recursos pessoais, ajuda o individuo a forjar uma imagem mais realista de si pr\u00f3prio.<\/p>\n<p>Desde muito pequeno, G\u00e9rson, o meu filho, receava perguntar algo a um adulto. T\u00ednhamos, enquanto pais, de o encorajar a faz\u00ea-lo. N\u00e3o me recordo exatamente da primeira vez em que G\u00e9rson ousou ir sozinho ao padeiro mas foi preciso muita coragem para fazer esse primeiro passo por ele pr\u00f3prio. Para al\u00e9m disso, a ansiedade aumentava consideravelmente a cada dia que passava antes da sua primeira apresenta\u00e7\u00e3o na escola. Assim um dia perguntei ao meu filho de que tinha ele medo. N\u00e3o era o medo de estar mal preparado pois \u00e9 muito aplicado nos seus trabalhos, mas tinha receio de fazer erros. O medo de se exprimir em p\u00fablico \u00e9 frequentemente associado ao de errar \u00e0 frente dos outros. Perguntei-lhe ent\u00e3o o que pensava dos outros, dos seus professores e camaradas. Os profissionais s\u00e3o perfeitos\u00a0?<\/p>\n<p>Expliquei-lhe que errar n\u00e3o significa que seja incapaz. Aceitar que todos nos somos fal\u00edveis, aceitar que por vezes cometermos erros n\u00e3o nos diminui mas faz-nos crescer. O erro \u00e9 um feedback do que devemos mudar da pr\u00f3xima vez. Desta formar iremos atingir mais facilmente os nossos objetivos. Eu perguntei-lhe: o que pensas, que poderia acontecer se cometeres um erro durante a tua apresenta\u00e7\u00e3o? Mais algu\u00e9m sabe o que querias dizer?<\/p>\n<p>O facto de reconhecer que mais nenhuma pessoa sabia se ele se enganava ou n\u00e3o, tranquilizava-o. Pedi-lhe ent\u00e3o de trabalhar as suas notas mentalmente. Escrever um manuscrito e anotar palavra por palavra num papel n\u00e3o o ajudariam, pelo contr\u00e1rio, aumentaria o seu medo de esquecer uma palavra.<\/p>\n<p>\u00ab\u00a0Nunca abandone o seu direito de errar, pois perderia a capacidade de aprender coisas novas e de avan\u00e7ar na vida\u00bb declarou BURNS David.<\/p>\n<p>O medo de G\u00e9rson de se exprimir em p\u00fablico estava igualmente ligado ao que o seu p\u00fablico poderia pensar dele. Pedi-lhe que pensasse nos seus camaradas ou no seu p\u00fablico \u00ab\u00a0O que faz com o que o teu p\u00fablico te ou\u00e7a\u00a0? Ele est\u00e1 la para te julgar, te destabilizar\u00a0? Ou est\u00e1 la porque se interessa pelo que tens para lhe dizer\u00a0? N\u00e3o est\u00e1 ele a ouvir-te porque aprecia o que tu preparaste\u00a0? Aconselhei-o a concentrar-se em duas ou tr\u00eas caras am\u00e1veis de cada vez que se sentisse stressado. Os sorrisos de aprova\u00e7\u00e3o iriam encoraj\u00e1-lo.<\/p>\n<p>Fizemos de seguida alguns exerc\u00edcios que n\u00e3o duravam mais de 3 minutos. Antes de iniciar esses exerc\u00edcios, pedi-lhe por exemplo que observasse aqueles que considerava serem bons oradores n\u00e3o para os imitar mas para se inspirar neles. De seguida, pedi-lhe, que pronunciasse a sua apresenta\u00e7\u00e3o frente a um espelho, cabe\u00e7a alta, que falasse de forma positiva com o objetivo de tomar contato com a sua imagem, de se habituar aos movimentos amplos, de se valorizar, de se desinibir. Filmei-o e falamos dos seus progressos. Estes exerc\u00edcios permitiram-lhe aumentar a sua confian\u00e7a nas suas capacidades.<\/p>\n<p>Aquando a sua \u00faltima apresenta\u00e7\u00e3o at\u00e9 utilizou um suporte visual que deixa frequentemente uma impress\u00e3o mais dur\u00e1vel do que simples palavras. Para o seu pr\u00f3ximo tema onde ter\u00e1 de explicar o poder do sol, pensa ilustrar o seu tema com uma compara\u00e7\u00e3o que considero pertinente. No centro do sol, reina uma temperatura de 15\u00a0000\u00a0000 graus Celsius. Para ajudar os seus colegas a compreender ele vai explicar que se um dos seus colegas trouxesse para terra um pouco de energia solar equivalente \u00e0 cabe\u00e7a de um alfinete, ele poderia aquecer o seu leite a uma dist\u00e2ncia de 200\u00a0quil\u00f3metros dessa min\u00fascula fonte de calor. Gra\u00e7as a esta poderosa imagem poder\u00e1 despertar a curiosidade dos seus camaradas e captar a sua aten\u00e7\u00e3o. \u00c9 evidente que fez imensos progressos desde a primeira tomada de palavra em p\u00fablico.<\/p>\n<p>O trabalho de acompanhamento de G\u00e9rson ainda n\u00e3o terminou. Pedi-lhe que se observasse durante as suas apresenta\u00e7\u00f5es, de se ver como os outros o veem e de analisar quais s\u00e3o os recursos pessoais onde tem potencial para se melhorar.<\/p>\n<p>As suas express\u00f5es faciais demonstram que ainda n\u00e3o est\u00e1 \u00e0 vontade, ent\u00e3o como aprender a preparar-se?<\/p>\n<p>Falei-lhe da visualiza\u00e7\u00e3o de um desportista e convidei-o a construir mentalmente o cen\u00e1rio do seu pr\u00f3prio sucesso, de se imaginar a falar frente aos seus camaradas ou professores ou outro p\u00fablico, de se imaginar a falar com todos os recursos de que necessita, como por exemplo, uma postura direita, uma respira\u00e7\u00e3o livre, um sorriso cordial, uma boa dic\u00e7\u00e3o, um olhar apaixonado na sua audi\u00eancia.<\/p>\n<p>Ao fazer este exerc\u00edcio ele programar\u00e1 assim o seu esp\u00edrito e o seu corpo para obter os resultados desejados.<\/p>\n<p>O c\u00e9lebre conferencista CARNEGIE Dale declarou que n\u00e3o se devia \u00ab\u00a0 nunca empreender nada ao pensar no fracasso\u00bb. De facto, esta atitude \u00e9 a de adotar em todas as situa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a> WHITMORE J., (2008), Le guide du coaching &#8211; 4\u00b0 \u00e9dition revue et augment\u00e9e, Maxima, Laurent de Mesnil<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\">[2]<\/a> <a href=\"http:\/\/www.evene.fr\/citation\/homme-faim-mieux-vaut-apprendre-pecher-donner-poisson-31057.php\">http:\/\/www.evene.fr\/citation\/homme-faim-mieux-vaut-apprendre-pecher-donner-poisson-31057.php<\/a> (consult\u00e9 le 21\/04\/2013).<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref3\" name=\"_ftn3\">[3]<\/a> DELIVRE F., (deuxi\u00e8me \u00e9dition de 2004) <em>Le M\u00e9tier de coach, <\/em>Eyrolles<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref4\" name=\"_ftn4\">[4]<\/a> AUBRY K., article \u00ab\u00a0art de coacher\u00a0\u00bb\u00a0<a href=\"http:\/\/www.kolibricoaching.com\/art-de-coacher\/coaching-entreprise-%20%20entreprise-coaching\/\">http:\/\/www.kolibricoaching.com\/art-de-coacher\/coaching-entreprise- entreprise-coaching\/<\/a> (consult\u00e9 le 23\/04\/2013).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref5\" name=\"_ftn5\">[5]<\/a> MALAREWICZ J.A., (2007) <em>R\u00e9ussir son coaching \u2013 une approche syst\u00e9mique<\/em>, Pearson<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref6\" name=\"_ftn6\">[6]<\/a> GALLWEY T. (2011), <em>The inner game of work<\/em>; Edition Random House Trade paperback.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref7\" name=\"_ftn7\">[7]<\/a> BERNHARDT S., (2011) Les talents : Des \u00e9toiles brillantes aux \u00e9toiles filantes, \u00c9ditions d&#8217;Organisation, 2011.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref8\" name=\"_ftn8\">[8]<\/a>\u00a0\u00a0 SMAL G., (2011), <em>La parole en public pour les timides, les stress\u00e9s et autres t\u00e9tanis\u00e9s, <\/em>p.169, Edipro, CCI SA<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref9\" name=\"_ftn9\">[9]<\/a> RICQUIER M., (2008), <em>Vaincre le trac gr\u00e2ce \u00e0 une meilleure connaissance du fonctionnement mental, <\/em>Guy Tredaniel<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref10\" name=\"_ftn10\">[10]<\/a> I.R.M. = (Imagerie par R\u00e9sonance Magn\u00e9tique).<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref11\" name=\"_ftn11\">[11]<\/a> <a href=\"http:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/pubmed\/19493324\">http:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/pubmed\/19493324<\/a> (consult\u00e9 le 24\/04\/13).<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref12\" name=\"_ftn12\">[12]<\/a> GALLWEY T. (2011), <em>The inner game of work<\/em>; Edition Random House Trade paperback.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref13\" name=\"_ftn13\">[13]<\/a> CARLICCHI C. Coach de Vie \u00e0 Versailles, <a href=\"http:\/\/www.coaching-go.com\/\">http:\/\/www.coaching-go.com\/<\/a> (consult\u00e9 le 24\/04\/13).<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref14\" name=\"_ftn14\">[14]<\/a> Vautier Guillaume, passionn\u00e9 de sport, de d\u00e9veloppement personnel et de pr\u00e9paration mentale, Source\u00a0: <a href=\"http:\/\/www.lemeilleurdelhomme.com\/2013\/02\/18\/preparation-mentale-la-visualisation-une-des-cles-de-la-performance\/\">http:\/\/www.lemeilleurdelhomme.com\/2013\/02\/18\/preparation-mentale-la-visualisation-une-des-cles-de-la-performance\/<\/a> (consult\u00e9 le 24\/04\/2013).<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref15\" name=\"_ftn15\">[15]<\/a> RICQUIER M., (2008), <em>Vaincre le trac gr\u00e2ce \u00e0 une meilleure connaissance du fonctionnement mental, <\/em>Guy Tredaniel<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref16\" name=\"_ftn16\">[16]<\/a> FERNANDES G\u00e9rson, 15ans, \u00e9l\u00e8ve en 10<sup>i\u00e8me<\/sup> commerce, mon fils.[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row]<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Selon WHITMORE J.[1], \u00ab le but du travail d&#8217;entra\u00eenement est de lib\u00e9rer le potentiel pour le porter \u00e0 son niveau de performance optimale. 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